Em O Colapso do Universo, Isaac Asimov mostra de forma simples (claro que o simples aqui é para quem tem conhecimento dos fundamentos de Física e conceitos como massa, volume, densidade e distância) a formação e provável existência de buracos negros.O bom do livro, é que Asimov começa exatamente pelos fundamentos da Física, e aparentemente, leva o leitor a pensar o passo seguinte em direção à explicação da formação do buraco negro.
Naturalmente, que eu invariavelmente me precipitava, e tirava conclusões erradas, o que contudo, não impedia que eu pensasse.
Discorre pelos fundamentos, que são a base para entendermos um pouco do funcionamento do efeito da força da gravidade. Usa-se os planetas para nos dar ordem de grandeza.
Parte então para a formação de vários corpos celestes, como as estrelas, gigantes vermelhas, anãs brancas, anãs negras, novas, supernovas, estrelas de nêutrons, pulsares, buracos negros e ... mais um pouco (aí foi a parte que eu viajei no livro - o final).
Para quem gosta de ciências, o livro é emocionante (eu me emocionei na parte em que constataram que a previsão de Einstein sobre o desvio da luz ocorrida em um eclipse). É chover no molhado recomendar um livro de Isaac Asimov.
O livro é originalmente de 1977 com o título original "The Collapsing Universe". Aliás, há no livro uma explicação que pela vulgarização do termo "buraco negro", haveria-se de chamar estrela colapsada, contudo, o termo buraco negro denota uma certa dramaticidade a esse incomum corpo celeste.
OUTRA RESENHA:
10 comentários:
Me desculpe, mas, tenho que dizer que você não sabe escrever um artigo de opinião de forma clara, pois você usa de antíteses malucas e lógicas fora de concordância, as quais quase nenhum leitor pode entender, então, por favor, reveja seus posts do tipo, e revise seus textos antes de postá-los, pois se não o fizer, perderá muitos leitores em seu blog, assim como ficara com uma imagem manchada intitulada pelos seus erros gramaticais. E, apesar de tudo, te parabenizo por um belo trabalho de levar informação valiosa aos interessados,como eu, obrigado.
O q vale é o conhecimento da ciência! analisar erros de como se faz um artigo é irrelevante .
É li o que disse o/a babdaba. Que pessoa chata, não da para acreditar que se tenha tamanha prepotência para fazer um comentário assim. Achei que o artigo está suficientemente claro!
Não entendo qual o problema do ou da Babda. Seu texto é muito bom, não vi os defeitos gritantes que foram apontados por ele ou ela. Parabéns pelo artigo me fez reviver minha adolescência, lá em 95 quando li esse livro e li também Fundação.
Excelente resenha. Para quem leu o livro, o Sr. passa a exata ideia do proposto por Azimov.
No mais, não vou dê palanque para certos mal-amados.
Abç!
Rapaz… eu escrevi esse blog em 2007 como uma forma de aprender a criar blog e vejo com surpresa que foi resiliente ao longo do tempo a ponto de seguir recebendo comentários e feedback ao longo do tempo como este seu, ao qual agradeço.
Espero que eu tenha realmente evoluído minha escrita ao longo desses anos todos, como torço para que você tenha se tornado uma pessoa menos amarga também.
Abraços e fique com Deus.
Eu escrevi em 2007 e não tinha lido esses comentários até 2026.
E a ideia era um pouco essa, passar uma notinha de quem leu para quem também tenha lido, e estou vendo pelos comentários positivos que consegui.
Claro que não é uma resenha estruturada para quem deseja saber sobre o livro, é uma notinha de 5 minutos de uma emocionado falando com outros emocionados que certamente entenderão pelo simples fato de reportar o próprio fluxo do livro.
Abraços e obrigado pelo comentário.
Estamos em 2026. Fui reler devagar o artigo e tive dificuldades também de entender meu próprio artigo hahahaha
Mas aí resolvi ler rápido, tal qual falo e penso e tudo ficou claro.
E assim havia de ser porque isso não é um artigo para explicar o livro, mas uma breve resenha de quem leu para quem também leu.
OU SEJA, para quem tem leitura e pensamento rápido, o artigo é claro, segue o jogo. Já para quem é lentinho…
Obrigado, Ana Paula.
E acaba sendo irônico a pessoa ser mau-amada em um review sobre Asimov que era o mestre da espirituosidade e bom-humor.
É isso mesmo. É só uma resenha de quem leu para quem leu.
Pessoa acabou de se deliciar com o livro, pesquisou e achou alguém que se identificou. Era a ideia. Que bom que ocorreu!
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